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Barbara Costa Reis Versão para impressão Enviar por E-mail
Segunda, 16 Novembro 2015 21:04

 

Admirável Mundo Novo!

O Gabriel no Infantário mantinha que um dia queria ser Astronauta, Mergulhador e Poeta. Dizia que o fundo do mar e o espaço eram as coisas mais bonitas que havia. Astronauta é um pouco difícil para um tuga, embora nada seja impossível. Agora já não quer ser poeta, o que é uma pena. Mas à maneira dele, continua com a mesma poesia na alma. Mas Mergulhador era e é um sonho a ser cumprido. E aqui está ele (é o primeiro da fotografia do meio), ao lado da mãe que há uns anos atrás, embora soubesse nadar, nem a cabeça debaixo de água colocava. Obrigada Roças, Sandra, Ulrich e todos os que nesta verdadeira família nos acolheram duma forma tão especial e marcaram a minha (nossa) vida com esta experiência verdadeiramente inesquecível. Deve ser muito bom fazer a diferença na Vida das pessoas.

Barbara Costa Reis


atualizado em Terça, 17 Novembro 2015 09:57
 
João Rebelo Martins Versão para impressão Enviar por E-mail
Sexta, 03 Julho 2015 13:42

Excerto do blog do João Rebelo Martins http://rebelomartinsaventura.blogspot.pt

“… era ponto de passagem obrigatório e, por isso, tinha que ter prática de mergulho.

Imagens de Jacques Cousteau e Emile Gagnan ou Bill Murray e Seu Jorge, caricaturando a vida do francês,  vieram-me desde logo à cabeça. Ou James Bond, de fato seco, para poder mergulhar de smoking; ou, muito melhor, Halle Berry, Jessica Alba, Ursula Andress ou Carole Bouquet.

Assim, sob o comando do Mestre Roças e do resto da malta do CCD Porto, andei a exercitar-me pela piscina da Senhora da Hora até que, finalmente, fui para o mar.

O local para o primeiro mergulho foram as Ilhas Cies, uma reserva em frente a Vigo, conhecido como as Caraíbas.

A uma hora e pouco do Porto, juntando-lhe 15 minutos de barco, encontrei o paraíso onde me lancei ao mar pela primeira vez, com uma garrafa às costas.

Depois da tensão inicial e o facto de não conseguir compensar os ouvidos com a velocidade e destreza que eu gostava, abriu-se o paraíso. Que maravilha!

Fiz dois mergulhos com água límpida, translúcida, visibilidade total. Vi polvos, chocos, tainhas, estrelas do mar, douradas, peixes pequeninos e outros a rondar os 4 quilos. Que bonito! Tanta vida, tanta cor transmitida pelos peixes, algas e conchas.

A dada altura ajoelhei-me no fundo do mar a olhar para cima. Sossegado, imobilizado, iluminado pelos raios solares, vi o que parecia ser uma corrida de sargos, tal era a velocidade a que passavam por cima de mim. Parecia que tinha mergulhado num aquário.

De sorriso na cara regressei a Vigo, na popa do barco. Ainda sorrio ao pensar na experiência.

Obrigado Roças, Sandra, Sara,  Paulo, Rui, Martinha, Carlos, Luís por serem  os meus companheiros de mergulho nesta primeira experiência…”

atualizado em Sexta, 03 Julho 2015 14:54
 
Mariana Silva Versão para impressão Enviar por E-mail
Quarta, 26 Dezembro 2012 11:22

 

O meu primeiro mergulho

Quando me foi dito que íamos mergulhar fiquei animada, pois ia realizar o meu primeiro mergulho. Após tanto treino em piscina, finalmente vou mergulhar no mar.

Depois de todos os preparativos com o equipamento, lá partimos para o local destinado para o mergulho. Estava nervosa, pois era a minha primeira vez e tinha receio de falhar. Vesti o fato de mergulho que teimava em não passar das pernas, mas com a ajuda de quem sabe lá acentou.

Coloquei o escafandro e após a verificação do mestre entrei para a água. O fantasma de não conseguir respirar e que entrasse agua para a mascara rapidamente desapareceu e então a partir de ai começou a minha grande aventura subaquática.

Os primeiros peixes estavam curiosos como eu, as algas oscilavam como o ritmo do batimento do meu coração e os caranguejos eremitas encaminhavam-me na minha aventura. O tempo passou rapidamente e quando chegou ao fim fiquei ansiosa por uma próxima vez pois o mundo subaquático era espantoso e maravilhoso.

Mariana Silva

atualizado em Quarta, 26 Dezembro 2012 11:52
 
José Cerqueira Versão para impressão Enviar por E-mail
Terça, 11 Dezembro 2012 16:48

O meu primeiro mergulho

Um dia memorável, o dia 13 de Outubro. Realizado o primeiro exercício matinal, carretear o material de mergulho para as viaturas, rumamos direção a Bueu com o propósito de fazer o primeiro mergulho em Mar. Coincidência, ou não, a proximidade do local de embarque à “Plaza de abastos”, um mercado de peixe, deu a oportunidade aos mergulhadores aprendizes de observar várias espécies de peixe, não fosse a visão ficar perturbada debaixo de água. Ainda antes de a preocupação ser a verificação do equipamento surge, e não menos importante, a preocupação de garantir a reposição de energia aquando do regresso, com a encomenda de umas “Empanadas”.

 

Estava um dia muito agradável que fez com que até a viagem de bote até ao local de mergulho fosse deleitosa. Últimos preparativos e chega o momento de nos deixamos cair no mar azul e por instantes sentirmo-nos parte integrante daquele meio que nos rodeia. No entanto, o sentimento de liberdade e de fusão com o meio não foi imediato, ainda no bote, havia a inquietação de ir ao fundo que nem um prego e já mergulhado a preocupação com o respirar, que logo passou. A naturalidade do respirar, do movimentar e da visão passa a ser tanta que nem se dá pelo passar do tempo.

As algas movendo-se com as correntes assemelhando-se a árvores movidas pelo vento em terra, a vida, as rochas criam uma certa parecença que difere pela tranquilidade vivida e que cada vez é mais difícil encontrar em terra.

No final, reposta a energia, foi tempo de regressar ficando apenas a vontade de repetir e repetir e um dia ir mais fundo, de preferência com esta equipa maravilhosa à qual tenho de agradecer.

José Cerqueira

 

 
Marta Sofia Silva Versão para impressão Enviar por E-mail
Domingo, 28 Outubro 2012 18:24

 

Sábado, 15 de setembro 2012

Às nove da manhã estava eu no meu quarto, com o coração a bater muito depressa e a pensar: “ Ai meu Deus! Eu não consigo fazer isto!”. Mas depois de umas quantas respirações fundas e pensamentos positivos, do género “Eu adoro o mar! Não tenho nada a temer! Aliás, estou com o Zé e com a Sandra, vai correr tudo bem!”, lá me consegui recompor e pus-me a caminho do CCD.

Quando lá cheguei e vi algumas caras conhecidas, sorri com entusiasmo, sabendo que dali a umas horas estaria a ter a melhor experiência dos meus 16 anos de vida.

Desde que saí do CCD até que cheguei a Bueu sorri ao olhar pela janela, a pensar em tudo o que sabia sobre o mar.

Quando parámos no cais só me apetecia gritar e saltar e gritar de felicidade: um dos sonhos da minha vida estava mesmo à minha frente! Mais tarde, talvez meia hora, estava a suar em bico enquanto tentava vestir o raio do fato. Foram precisas cinco pessoas – cinco! – para o conseguir vestir. Mas também me ri imenso, e no final valeu a pena, o esforço conjunto para vestir o fato, porque quando chegámos ao barco a minha adrenalina atingiu novos máximos.

À medida que o barco avançava pela água, rasgando as ondas, surgiu o primeiro sinal real de que o que eu estava a fazer exatamente aquilo que eu devia – fazer mergulho e seguir o meu sonho. E fiquei feliz, pois, para além de os ter visto no Zoomarine, nunca tinha visto golfinhos, no seu estado mais selvagem e livre, nem tão perto! Fiquei tão emocionada, que quase chorei de felicidade. Mas depois, eles foram-se embora e nós continuámos a nossa viagem, por mais uns minutos.

Até que chegou por fim a hora de saltar para o mar, e começou uma pequena azáfama no barco para acabarmos de nos equipar. Do meu grupo foi primeiro a Sandra, depois eu – e ela rebocou-me até às correntes da âncora e disse-me para esperar; pouco depois voltou com o João. Quando finalmente o Zé chegou, a minha viagem ao fundo do mar começou.

A princípio tive muitos problemas em compensar e, também acho que estava a respirar demasiado depressa… Conseguimos por fim, chegar ao fundo do mar, e eu, nem sequer tenho palavras para começar a descrever, a incrível sensação de se estar a olhar para todo aquele habitat, todas aquelas espécies, toda aquela beleza… O que consigo dizer, é que se via perfeitamente aquela magnifica vista aquática – pelo menos para mim era magnífica, uma vez que foi a primeira vez que tinha mergulhado assim. Não tinha passado muito tempo desde que estávamos debaixo de água quando Sandra nos chamou, a mim e ao Zé, e nos mostrou uma santola. Assustei-me. A santola era enorme! Como é óbvio depois toda a gente gozou com o facto. Mas continuando a viagem vimos ainda fanecas, uma marina, peixes-lagarto, esponjas, espirógrafos e bodiões; devo ter visto mais, mas não sei o nome dos outros… Fiquei com o ar na reserva e tivemos de subir. É pena que este tão belo mar seja tão frio. Porque após o mergulho ficar no barco e ser fustigada pelo vento é a penitência por este belíssimo momento. Graças ao providencial chá consegui aquecer e superar a distância até o aconchego das roupas secas. Foi o melhor dia de sempre, as pessoas, a paisagem e aquele fabuloso mergulho!

Em conclusão: a MELHOR viagem de SEMPRE para mim!!! Nunca tinha estado tão feliz como na altura e é certamente um dia que nunca irei esquecer!

Marta Sofia Silva

 

atualizado em Domingo, 28 Outubro 2012 18:40
 
Luisa Carvalho Versão para impressão Enviar por E-mail
Segunda, 28 Maio 2012 17:21

"Quero saltar para a água para cair no céu." 

Pablo Neruda, Crepusculário 

 

 

O primeiro mergulho. Depois do encontro, depois da estrada, depois do fato, depois do fato, depois do fato..., depois do - Ó Roças é preciso um Ó Ring, o mar. 

 

O mar, azul celeste, poema líquido.  

Mergulhar, entrar como quem pede licença, devagar, pela mão (literalmente) de quem sabe mais.

Há dentro do mar outros seres, ainda sem nome, desconhecidos. Hei-de voltar muitas vezes até ganhar a confiança de os poder chamar pelo nome próprio. Para já chamo-lhes peixe prata, caranguejo coral, alga Outono, flor recatada, alface galega, concha branca,  mirtilos salgados,  estrela beringela, erva da areia, lista amarela, ouriço careca, perninhas ligeiras, ou choco palrador. Recebem-nos bem, de janelas abertas a deixar entrar a luz para os vermos melhor.  

E as cores misturam-se e a vida pulsa e o tempo passa.  E há um silêncio, uma paz presente, o estar só ali, perdida ou achada no fundo do mar, no fundo de mim.

 

De volta, as histórias à mesa, os mimos da Sandra, as gargalhadas, as façanhas de outros mares. E o regresso, com o coração salgado, cheio de mar.

Luisa

 

 

 

 

  

atualizado em Segunda, 28 Maio 2012 17:42
 
Marta Rodrigues Versão para impressão Enviar por E-mail
Terça, 08 Setembro 2009 16:42

Nessa noite mal dormi, a excitação era tanta, só dava comigo a pensar “ ai é hoje, é hoje”!!

Era ainda escuro, às 6:30 da manha em Estarreja, e nem havia sinais de sono (como é que era possível?).O dia estava encoberto e prometia chuva, mas nem isso me desanimou, não iriam ser uns chuviscos que me iriam estragar o dia, pois não? 

Chegamos a Bueu e o tempo mantinha-se igual. Fomos informados que iríamos fazer dois mergulhos no mesmo dia e o primeiro seria agora logo de manhã. “Equipem-se e preparem o material” disse o Roças, nesse momento um clique no meu cérebro adicionou um monte de borboletas na barriga, “aí, aí” pensava eu “ é agora”!Seguiram-se 15 minutos de uma luta épica com o meu fato, pois imaginem só o que é vestir um fato no meio da rua, sem ter onde me apoiar e não esquecendo o facto de eu ser terrivelmente desastrada… ah pois é!

Lá metemos o material todo no barco e rumamos em direcção aos mexilhoeiros, as borboletas pareciam que tinham vindo para ficar, mas graças ao bom ambiente que se ia criando no barco quase foram esquecidas. Toda a gente falava e brincava eliminando um pouco a tensão presente em todos os que iriam ao mar pela primeira vez.

Finalmente quando me atirei para dentro de água… sabem nem foi tão difícil como pensei logo me habituei a regular o colete que era o que mais me afligia, e então comecei a absorver o que me rodeava.Uma calma imensa invadiu-me, nem um som, simplesmente o da minha respiração… de repente tinha um mar de silêncio e tranquilidade à minha frente.

Os instrutores disseram que a visibilidade estava má, é verdade que não conseguimos ver quase nenhuma vida marinha, mas para mim as estrelas-do-mar e os ouriços-do-mar que fomos avistando já eram algo deslumbrante, tê-los assim tão perto…Quando disseram que o mergulho tinha terminado nem queria acreditar, “já passou meia hora?” pensava eu, e ainda para ajudar mais ao meu desânimo o mergulho da tarde ficou cancelado devido a má visibilidade, “ mas esta gente não consegue ver?” pensava eu, pois para mim apesar da suposta má visibilidade tudo tinha sido indescritível.

Só hoje sei como realmente estava mesmo má a visibilidade, acreditem, depois de fazer o meu segundo mergulho num dia fantástico é que me apercebi da grandiosidade que mergulhar pode ser.Como é que é sentir que estamos num aquário gigante, nadar lado a lado com cardumes e brincar com cavalos-marinhos, olhar em redor e só me lembrar da minha heroína de infância de cabelos vermelhos, que sempre quis sair do mar e se tornar humana sentindo-me simplesmente uma antítese dela.

Hoje mal posso esperar pelo dia em que voltarei a estar dentro de água e acreditem vai ser mesmo muito difícil resistir.

 

Marta Rodrigues

 

  

 

 

 

atualizado em Segunda, 28 Maio 2012 17:22
 
Maria Celeste C. Ramos Versão para impressão Enviar por E-mail
Domingo, 28 Dezembro 2008 20:27

Dia 23 de Julho de 2006: primeiro mergulho autónomo em Vigo...e ponham autónomo nisso pois compará-lo com as aulas de piscina é sacrilégio!!!

Muito cedo, por volta das sete menos um quarto, estávamos todos os novatos e os “mestres”no CCD, mas muito mais cedo o sono esvaíra-se com o nervoso miudinho que nos assola nos momentos importantes.

Para mim que sonhava há alguns anos, diria mesmo décadas com mergulhar, acreditem que o nervosismo era grande. Grande também foi a odisseia para vestir o fato, e quando por fim consegui estava tão cansada que já duvidava da força anímica para mergulhar. Tudo me apertava, tudo parecia muito novo, a água só de olhar tinha aspecto de fria, o meu coração apertado,as minhas expectativas quase definhadas,..enfim uma grande ODISSEIA e ainda sem mergulhar.

Devo dizer que desde os meus três anos o mar fazia parte da minha vida, pois vivia perto dele e todas as minhas férias eram passadas na água e não na praia. Era quase uma segunda casa. Mas nada que se compara-se à experiência que estava prestes a acontecer.

Mergulhei com o grande Roças, e tenho que admitir que foi uma mais-valia e deu-nos grande segurança pois foi-nos conduzindo devagar mas certamente para os 14 metros, tentando que olhássemos para a fauna que era pouco variada mas nem por isso menor (mexilhões, vieiras, estrelas do mar, e um choco e um pequeno polvo...e um ou outro peixe que não sei o nome). Foi extasiante poder olhar para a superfície e ver os contornos do mexilhoeiro, com todas as suas cordas carregadas e com a luz a prespassar colorida por elas. Não tinha mãos a medir para controlar tudo: quer equipamento, quer paisagem, quer flutuabilidade, quer máscara, quer a alegria...e sabia que haveria exercícios a fazer, que na piscina pareciam fáceis mas agora assustavam um pouco mais.

Agora com alguma distância temporal desse mergulho posso afirmar que foi muito mais do que o que esperava apesar da visibilidade não ser muito boa..mas havia muito a fazer. Nesse dia decidi que sempre que houvesse mergulho da escola eu faria todos os possíveis para participar. Sabia que só assim ganharia aquela confiança que já invejava nos instrutores.

Assim fiz. E quis Deus que eu pudesse de Julho a Dezembro fazer doze mergulhos que me criaram o bichinho de depender das saídas para só depois organizar minha vida.

No final desse ano ansiava por outras paragens que não Vigo, outro timoneiro que não o querido Ramon e outro transporte que não o Ten Do Teu. E porquê?? Porque em Setembro tive a oportunidade de mergulhar nas caraíbas portuguesas mais próximas – Berlengas – e então percebi que na diversidade estava a magnitude e a contemplação do silêncio do mar. 

MCCRamos

atualizado em Domingo, 28 Dezembro 2008 21:07
 
Marta Isabel Moreira Versão para impressão Enviar por E-mail
Domingo, 07 Dezembro 2008 22:25

O Meu Primeiro Mergulho 

Eu fui para o mergulho porque o meu pai conhecia o J.Roças e havia um amigo nosso que estava com vontade de experimentar, e eu, que adoro experimentar tudo, fui também.

Na piscina era fácil, os azulejos traduziam imensa segurança, mas quando cheguei à doca percebi que no mar não há azulejos, e estamos por nossa conta; no mar não podemos, à mínima coisinha vir a superfície a correr, tudo o que acontece debaixo de água, tem de ser resolvido debaixo de água. E por isto estava nervosa no barco. Quando estávamos a chegar aos mexilhoeiros começamos a vestir os fatos. Bem, nessa altura estava uma pilha de nervos! Mas tinha segurança no meu instrutor de mergulho. Tudo havia de correr bem.Chegou a altura de saltar para a água, tremia por todos os lados, e não era de frio… mas durante o salto e no contacto com a água os nervos começaram a desaparecer, mas ainda tinha um desafio pela frente, vencer o meu medo dos animais marinhos.

Descemos pelo cabo e chegamos ao fundo, e para não bastar uma estrela-do-mar colou-se à minha perna, mas ajudou-me a perceber que eles não faziam mal, eram inofensivos e aí consegui relaxar e divertir-me debaixo de água.

É lindo, não encontro palavras que descrevam aquilo, é um meio totalmente diferente em que, ao contrário do que estamos habituados, não estamos no nosso habitat, somos visitantes.

Estivemos meia hora a ver o mundo subaquático e chegou a hora de voltar ao barco. Quando cheguei a casa a contar tudo falava tão rápido e tudo ao mesmo tempo que ninguém percebia. Lá em baixo não há problemas, stress, fica tudo à superfície, e isso não e bom, é óptimo.

Não encontro outra palavra além desta: Adorei. 

Marta Isabel Moreira

atualizado em Domingo, 07 Dezembro 2008 22:32
 
Ana Paula Sousa Versão para impressão Enviar por E-mail
Domingo, 07 Dezembro 2008 22:23

 

O meu 1º mergulho…  Encontro no CCD às 6:45h. As emoções começaram logo pela manhã, quando começam a chegar os novos colegas mergulhadores que nos vão acompanhar no nosso 1º mergulho. O ambiente é de grande amizade, alegria e uma grande vontade de MERGULHAR.

Seguimos para Vigo onde nos encontramos com o barqueiro Ramon, que nos levou até aos mexilhoeiros. Apartir daqui foi o tormento de vestir o fato, demasiado apertado e a limitar completamente os movimentos pelo que só mesmo com muita ajuda consegui colocar todo o equipamento, testar se estava tudo em condições, receber indicação que podia entrar na agua e "chauk", aquele passo para um mundo completamente novo… Começamos então a descida pelos mexilhoeiros, lenta, a preocupação em compensar, a chegada aos 9 m, a presença constante do instrutor para nos tranquilizar, a  flutuabilidade, as primeiras barbatenadas e só então consegui deixar-me envolver por aquele ambiente completamente estranho mas de uma beleza que de longe superou o que tinha imaginado, os mexilhoeiros, as conchas, as algas, as esponjas, os cardumes de peixes, os outros mergulhadores, Eu e aquele SILÊNCIO. Muito bom.

Depois foi a subida gradual e infelizmente o enjoo, sim, faço parte do clube dos enjoados, mas no fim do meu primeiro mergulho tinha a certeza absoluta de que nunca mais poderia deixar de colocar as barbatanas de molho. Gostei igualmente do espírito de amizade e inter-AJUDA de todo o grupo o que tornou esse dia, no todo, uma experiência que sempre vou lembrar com alegria.

Ana Paula Sousa

 

atualizado em Sábado, 31 Dezembro 2011 12:26
 
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